Vice-governadora esteve em Balneário Camboriú para conhecer o programa Abraço à Mulher

Na tarde de terça-feira (4), a vice-governadora de Santa Catarina, Daniela Reinehr, esteve em Balneário Camboriú. O objetivo da visita foi conhecer os programas voltados ao combate à violência contra a mulher realizados no Município.

A vice-governadora afirma que teve conhecimento do Programa ABRAÇO à Mulher no seu lançamento, em abril, e, agora, estuda levar para o restante do Estado. “Nós [Governo de SC] queremos implantar programas que se comuniquem e possam trabalhar juntos. Por isso, fortalecer e conhecer projetos de referência, como o desenvolvido aqui, é muito importante, pois já começamos com um projeto que dá certo”, reflete.

“Acreditamos muito na união de esforços, então, essa parceria entre o poder público, entidades e sociedade como um todo para resolver o problema da violência contra a mulher é emocionante. Fiquei encantada com esse programa que fortalece as vítimas, para que possam reconstruir suas vidas fora desse ciclo”, garante a Daniela.

O ABRAÇO à Mulher foi lançado no mês passado e, desde então, 45 mulheres foram atendidas. “É uma violência silenciosa, e a vinda da vice-governadora aqui dá ainda mais voz a essas mulheres que precisam do poder público para serem acolhidas e abraçadas. Esse é nosso intuito e tenho certeza que com nossos esforços conseguiremos fazer esse grande abraço por SC e pelo país também”, fala o prefeito Fabrício Oliveira.

Após o encontro, a comitiva visitou a Casa das Anas, abrigo que presta apoio às mulheres vítimas de violência doméstica com risco iminente de morte.

ABRAÇO à Mulher

O Programa, desenvolvido pela Prefeitura de Balneário Camboriú, por meio da Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social, criou uma nova ferramenta para a proteção das mulheres vítimas de violência, prestando atendimento 24h, com assistência jurídica, acompanhamento psicológico, encaminhamentos a rede de apoio e a grupos focais.

Os números são surpreendentes: 46 mulheres foram atendidas pessoalmente na Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social, onde a maior parte das queixas foi por violência física (16), psicológica (17) e moral.

Os atendimentos são anônimos e as mulheres recebem atendimento psicológico e são encaminhadas para Casa de Passagem, Hospital Ruth Cardoso, retornam para suas cidades de origens, dentre outras ações para retirar as vítimas dessa situação.

Os atendimentos presenciais são feitos em novo endereço, na Rua 2.850, nº 303 e, também, pelo telefone (47) 9998-21906.

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