Deputada Paulinha defende preservação de Taquarinhas e esclarece voto na CCJ da Alesc

    A deputada Paulinha (PDT), criticada pelo voto na CCJ da Assembleia Legislativa contrário ao projeto do deputado Ivan Naatz (PV) que cria um parque ambiental na Praia de Taquarinhas, usou a tribuna da Alesc nesta quarta-feira para esclarecer a situação e responder as acusações que tem sofrido.

    Paulinha reforçou que em nenhum momento se posicionou contra a preservação da área em Balneário Camboriú ou mesmo a própria criação do parque. No entanto, destacou que isso precisa ser feito da forma correta, constitucional, para que a ação tenha um efeito prático verdadeiro e duradouro. O Legislativo não pode gerar ônus ao Executivo, o que fatalmente ocorreria com o inevitável processo de desapropriações que seria desencadeado a partir dessa decisão.

    — Não podemos, de forma arbitrária, criar um parque ambiental que vai demandar, inevitavelmente, uma ação indenizatória. E também não podemos criar uma unidade de conservação sem ouvir a população envolvida, de forma oportunista. É preciso agir, sim, mas de maneira responsável, planejada, para que os resultados sejam efetivos. É assim que sempre fiz e continuarei fazendo a política, de maneira séria e sem demagogias — defende a deputada.

    Ainda na sessão desta quarta, foi aprovada em plenário uma moção da pedetista pedindo ao presidente da Caixa Econômica Federal, proprietária da Praia de Taquarinhas, a doação do terreno ao município de Balneário para que aí sim seja estruturada a criação de um parque ambiental.

    — Queremos que os verdadeiros proprietários daquele espaço possam cuidar definitivamente desse belo santuário da nossa Costa Verde e Mar: o povo de Balneário Camboriú — declarou Paulinha, que já entrou em contato com a superintendência regional da Caixa para tratar do assunto.

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