Dono da Havan atribui tentativa de ataque à divergências políticas

Hang atribui tentativa de ataque à divergências políticas

Após denunciar uma tentativa de atentado, o empresário Luciano Hang, da rede de lojas Havan, usou as redes sociais para explicar o ocorrido. Representantes da loja chegaram a protocolar um Boletim de Ocorrências contra o suspeito.

O homem, segundo o documento e o empresário, esteve na matriz da rede, em Brusque, pelo menos duas vezes. A primeira dela ocorreu no início da tarde de segunda-feira (4). De acordo com Hang, o homem perguntava por ele aos seguranças do local e passou a fazer ameaças ao empresário.

No momento, o homem portava além de facas, uma arma caseira, feita com parte de um cano e corrente. Como não encontrou Hang no local, o suspeito danificou uma foto do empresário, fixada na frente da loja. De acordo com o empresário, o homem agiu com outras duas pessoas.

Ele chegou a ser detido horas depois do caso, prestou depoimento e foi liberado. No dia seguinte, o suspeito esteve pela segunda vez na loja e repetiu as ameaças. Em nenhum dos episódios o empresário estava no local.

Reflexo político
Hang atribuiu a tentativa de ataque à divergências políticas e classificou o suspeito, como “militante de esquerda”. Durante a live, em seu Facebook, o empresário apresentou fotos do suspeito com personalidades políticas ligadas à ideologia política, entre elas, o ex-prefeito Paulo Eccel.

Se dizendo ativista político, Hang criticou o que chamou de “certeza da impunidade” e os “discursos raivosos” por parte de militantes da esquerda. Ele se disse refém do que fala e que as críticas ocorrem por sua atuação para tentar melhorar a situação do país. De acordo com ele, o suspeito possui 14 registros na polícia por crimes de menor porte e deve ser ouvido em junho.

Em outro momento, ele classificou o caso como inaceitável. “Eu não posso mais andar na minha loja, andar na minha cidade, ir em um restaurante? Que país que nós vivemos?”, questionou.

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